Igreja Evangélica Comunhão Plena: SACRIFICANDO-SE UNS PELOS OUTROS

Igreja Evangélica Comunhão Plena: SACRIFICANDO-SE UNS PELOS OUTROS: Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. (1João 3.16) Serviço le...

SACRIFICANDO-SE UNS PELOS OUTROS

Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. (1João 3.16)

Serviço levado a sério requer sacrifícios sérios.

Mesmo assim, aos cristãos, ha ainda vidas que requerem pequenos sacrifícios, ou até nenhum. Estão familiarizados com João 3:16, “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito...”, mas precisam se familiarizar da mesma forma com o que diz 1João 3.16: “Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos”.

O apóstolo Paulo disse que nosso trabalho como servos de Deus é validado quando nos doamos durante:

“... sofrimentos, privações e tristezas; em açoites, prisões e tumultos; em trabalhos árduos, noites sem dormir e jejuns; em pureza, conhecimento, paciência e bondade; no Espírito Santo e no amor sincero; na palavra da verdade e no poder de Deus; com as armas da justiça, quer de ataque, quer de defesa; por honra e por desonra; por difamação e por boa fama; tidos por enganadores, sendo verdadeiros; como desconhecidos, apesar de bem conhecidos; como morrendo, mas eis que vivemos; espancados, mas não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas a enriquecer muitos outros; nada tendo, mas possuindo tudo” (2Coríntios 6.4b-10).

Custasse o que custasse, Paulo achava que o sacrifício para enriquecer a vida dos outros para a glória de Cristo valia a pena (Filipenses 3.7). Ele mantinha seus olhos fixos no prêmio final (Filipenses 3.14). Seguia Jesus, de tal maneira que pôde suportar qualquer coisa em seu caminhar: cruz, vergonha, o que fosse (Hebreus 12.2). Jesus colocou de lado seus privilégios como Deus e assumiu o “status de escravo” (Filipenses 2.7), a fim de que os que cressem Nele pudessem ser “selados, lacrados e resgatados pelo Espírito Santo”(Efésios 1.13).

Eu e você somos beneficiados diariamente pelo sacrifício de outros crentes. Uma ilustração simples sobre isso é o prédio onde vocês se reúnem semanalmente para o culto. Você já parou para pensar em quantas pessoas se sacrificaram para que você tenha um lugar para adorar?

Gerações anteriores se sacrificaram em seu benefício e agora é sua vez de servir ao propósito de Deus em sua geração (Atos 13.36). Deus não pede a nenhum de nós que dê mais do que Jesus.

“Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele no amou e enviou seu filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros” (1João 4.10-11).

Nosso sacrifício semelhante ao de Cristo deve ser:

Voluntário. Jesus disse que sua vida não seria tirada dele, mas ele a entregaria livremente (João 10.18). Da mesma forma, Estevão, o primeiro mártir cristão, ofereceu sua vida voluntariamente (Atos 7.59-60).  Talvez não peçam para morrer por nossa fé, mas Jesus espera que morramos diariamente para nossos interesses próprios, para o bem dos outros (Lucas 9.23).

Valioso. O rei de Israel, David, disse que não ofereceria sacrifícios a Deus que não lhe custassem nada (2Samuel 24.24). Servir a Deus tem seu preço e vai além do custo financeiro. Talvez seja necessário desistir de nossos sonhos, expectativas, reputação ou aposentadoria - ou, seja o que for que Deus peça de nós, a fim de enriquecer outras pessoas.

Constante. Devemos nos derramar uns pelos outros em atitudes de amor (Efésios 4.2), fazendo pelos outros o que não podem fazer por si mesmos; temos que fazer isso com constância e não quando nos convém (Efésios 4.2).

Como você pode sacrificar-se diariamente?

Empregando tempo em cuidar de pessoas ao redor.
Assumindo sua posição ao lado de Jesus, mesmo que isso ameace sua reputação.
Defendendo outro cristão, mesmo arriscando-se a ser rejeitado.
Sustentando pessoas de seu Pequeno Grupo, que queiram dedicar-se ao trabalho missionário.
Usando suas férias em um ministério.

Quando estamos dispostos a seguir os mandamentos das Escrituras de “oferecer nosso corpo como sacrifício vivo” (Romanos 12.1), descobrimos que servir uns aos outros é o aspecto central da “boa, perfeita e agradável vontade de Deus” para nossas vidas (Romanos 12.2).



PARA PENSAR:
Serviço levado a sério requer sacrifícios sérios.

VERSÍCULO PARA MEDITAR:
“... devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.” (1João 3.16).

QUESTÃO A CONSIDERAR:
Que sacrifícios você pode fazer para enriquecer a vida de muitos?


40 Dias de Comunidade, tema: "Juntos somos melhores" (Eclesiastes 4.9).
Tema da 5ª Semana: "Somos chamados para servir juntos" (Gálatas 6.2).
Propósito 4:  Servir  – Diaconia
Devocional 34, dia 10 de Fevereiro_12: "Sacrificando-se uns pelos outros" (1João 3.16).
Autor:  Rick Warren


Igreja Evangélica Comunhão Plena: USANDO NOSSOS TALENTOS PARA ABENÇOAR UNS AOS OUTRO...

Igreja Evangélica Comunhão Plena: USANDO NOSSOS TALENTOS PARA ABENÇOAR UNS AOS OUTRO...: Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. (Pedro 4.10) Desc...

USANDO NOSSOS TALENTOS PARA ABENÇOAR UNS AOS OUTROS

Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. (Pedro 4.10)

Descubra o ponto de encontro entre a vontade de Deus e os dons que você recebeu.

“Deus deu a cada um de nós a habilidade de fazer bem determinadas coisas...”, escreveu o apóstolo Paulo (Romanos 12.6-8, BV). Apesar dele estar a falar especificamente de dons espirituais nessa passagem, seu argumento abrange qualquer outra capacidade dada por Deus a nós. Devemos usar essas habilidades a fim de abençoar os outros.

A Bíblia está repleta de exemplos do uso que as pessoas fizeram dos dons que receberam de Deus para abençoar os outros, e assim glorificá-lo. Essa lista de dons é ilimitada, e inclui por exemplo, habilidades artísticas, arquitetura, gestão, culinária, construção de barcos, oratória, arte de desenhar, de bordar, agricultura, pesca, jardinagem, liderança, alvenaria, composição musical, fabricação de armas, artesanato, pintura, capacidade de velejar, servir como soldado, alfaiate, professor, escritor de literatura e poesia.

Deus quer que, usemos nossos dons de modo “criativo” (Hebreus 10.4), quebrando as barreiras que limitam os nossos conceitos de serviço cristão a uma pequena lista de funções dentro das tradições. Ele quer que exerçamos nossos dons a partir da perspectiva de que, com qualquer dom que tenhamos recebido, podemos trabalhar para glorifica-lo (1Coríntios 10.31). O Senhor lhe deu habilidades, interesses, talentos, dons, personalidade e experiências de vida, justamente por esse motivo. Mesmo assim, a maioria desses dons permanece oculta, desconhecida e sem uso.

Você ficaria surpreso ao saber que estudos já indicaram que os crentes comuns possuem entre 500 a 700 habilidades diferentes – tudo destinado a contribuir com o Corpo de Cristo? Se não sabia, precisa deixar de se preocupar que seus talentos são comuns demais; eles ainda possuem um valor eterno para Deus. Jesus disse: “Se alguém der, mesmo que seja apenas um copo de água fria a um destes pequeninos, porque ele é meu discípulo, eu lhes asseguro que não perderá a sua recompensa” (Mateus 10.42).

Como numa montra, nossas diferentes personalidades refletem a luz de Deus, em cores e padrões variados. Ele nos moldou de forma a sermos únicos, sem cópias – nenhum de nós tem as mesmas misturas de fatores, que nos torna singulares. Isso significa que, ninguém na terra jamais será capaz de servir aos outros da mesma maneira com que você foi capacitado a faze-lo. “Foi o próprio Deus quem fez de nós o que somos e nos deu uma vida nova da parte de Cristo Jesus; e muitos séculos atrás, ele planejou que gastássemos essa vida em auxiliar aos outros” (Efésios 2:10, BV).

Uma das maneiras de entrar em contato com seu dons e habilidades é olhar para sua FORMA. Podemos usar um acróstico para ajudá-lo a lembrar-se do desenho artístico de Deus ao cria-lo:

Formação espiritual – Deus lhe deu dons espirituais para usar no ministério (1 Coríntios 12, Romanos 12, Efésios 4).
Opção do coração – seu coração determina porque você diz determinadas coisas, porque tem diferentes sentimentos e porque age da maneira como age (Provérbios 4.23, Mateus 12.34).
Recursos pessoais – são talentos naturais que Deus lhe deu a fim de cumprir seus propósitos. Êxodo 31.3,4 afirma que Deus deu “destreza, habilidade e plena capacidade artística... e executar todo tipo de obra artesanal”.
Modo de ser – sua personalidade influencia no uso de sus dons. Por exemplo, duas pessoas podem ter o dom de evangelização, sendo que, uma delas introvertida e a outra extrovertida, esse dom terá expressões bem diferentes.
Áreas de experiência – há cinco áreas de experiência que irão influenciar seu serviço aos outros: educacional, vocacional, espiritual, ministerial e de experiências árduas. Você irá sentir-se bem ao fazer o que Deus planejou que fizesse, usando seus talentos para abençoar os outros. Phil Vischer, autor de Veggie Tales (Vegetais) disse uma vez: “não há lugar mais feliz para se estar do que a interseção entre a vontade de Deus e os talentos que você recebeu dele”. Temos abaixo algumas questões para ajudá-lo a descobrir esse ponto de interseção:

  • O que sei fazer bem e posso oferecer como serviço ás outras pessoas?
  • O que sei e posso ensinar aos outros?
  • O que sei fazer que poderá ser ofertado como bênção a alguém?

 Peça aos membros de seu grupo para ajudá-lo a determinar as coisas que você desempenha bem, e como pode usá-las em seu ministério.


PARA PENSAR:
Encontre o ponto de encontro entre a vontade de Deus e os dons que você recebeu.

VERSÍCULO PARA DECORAR:
“ E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras.” Hebreus 10:24

QUESTÃO A CONSIDERAR:
Como você pode usar suas habilidades para servir a Deus através do serviço aos outros?



40 Dias de Comunidade, tema: "Juntos somos melhores" (Eclesiastes 4.9).
Tema da 5ª Semana: "Somos chamados para servir juntos" (Gálatas 6.2).
Propósito 4:  Servir  – Diaconia
Devocional 33, dia 09 de Fevereiro_12: "Usando nossos talentos para abençoar  uns aos outros" (1Pedro 5.5).
Autor:  Rick Warren



Igreja Evangélica Comunhão Plena: SENDO HUMILDES UNS COM OS OUTROS

Igreja Evangélica Comunhão Plena: SENDO HUMILDES UNS COM OS OUTROS: “Vocês, homens mais jovens, sigam a liderança daqueles que são mais velhos. E todos sirvam uns aos outros com um espírito humilde, pois Deus...

SENDO HUMILDES UNS COM OS OUTROS

“Vocês, homens mais jovens, sigam a liderança daqueles que são mais velhos. E todos sirvam uns aos outros com um espírito humilde, pois Deus concede bênçãos especiais àqueles que são humildes, Mas se opõe àqueles que são orgulhosos”. (Pedro 5.5 BV).


Lembrem-se de esquecer de si mesmos.

A vida do servo requer um certo tipo de humildade, ou a capacidade de esquecer-se de si mesmo o suficiente para prestar ajuda aos outros, (Filipenses 2.4). Devemos desenvolver uma atitude semelhante à de Jesus, quando “sendo Deus”, voluntariamente assumiu a “natureza de servo”, (Filipenses 2.6-7), e depois nós devemos buscar fazer o bem ás pessoas entre nós, perguntando “como posso ajudá-lo?” (Romanos 15.2).

Certa noite, Jesus respondeu essa questão sobre serviço, quando “levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura” (João 13.4-5).

Lavar os pés de alguém era tarefa reservada aos servos mais simples; mas Jesus, sem dizer nada, demonstrou que não há tipo de serviço simples demais para seu coração cheio de amor. Ele colocou as necessidades de seus discípulos acima, mesmo com a sombra de sua morte a pairar sobre o Cenáculo.

A chave para a humildade é conhecer a si próprio; quando você compreende quem é, fica á vontade para segurar com firmeza a toalha, mesmo ao ficar longe dos holofotes. Jesus não se importou de ser confundido como um simples escravo, sabia qual era sua missão na vida. Estava mais interessado em servir aos outros do que em impressioná-los.

O Centurião de Lucas 7, foi um homem de notável humildade, Jesus estava a caminho de sua casa, quando recebeu a mensagem enviada por um servo:

“Senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dizes uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito á autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz”, (Lucas 7. 5-8).

Ele poderia ter insistido para que Jesus completasse o caminho até sua casa. Isso não o colocaria em evidência em sua comunidade? Mas a necessidade de seu servo era de ser curado e não de impressionar a cidade.

Ainda mais extraordinária é a forma como o soldado descreve ele mesmo a Jesus. Ao invés de enfatizar seu alto posto como centurião, chama atenção pelo fato de ocupar um lugar sob autoridade de alguém. Ele entende que sua autoridade para dar ordens estava interligada á sua capacidade de receber ordens. Seu valor e dignidade não tinham a ver com sua posição numa hierarquia.

Humildade simplesmente significa que temos uma avaliação imparcial das nossas forças e fraquezas. Compreendemos nossa maneira de ser e nossos dons, estamos conscientes disso, mas não ficamos a nos lamuriar por causa de nossas limitações. Vemos tudo o que temos como dádivas de Deus e sabemos que sem Ele não seríamos nada.

Nosso primeiro e mais crítico passo em direção ao desenvolvimento da humildade, semelhante á de Jesus, é agarrar firme a grandeza do amor de Deus por nós. Quando deixamos que a largura, altura, profundidade e comprimento de seu amor penetrem em nosso íntimo (Efésios 3.18), vemos nossas inseguranças serem levadas e somos capacitados para servir os outros com autêntica humildade.

O segundo passo é render nossa agenda a Deus. Oramos:

“ Deus, vou seguir teus planos para minha vida, e não os meus. Tenho sonhos e planos, tenho alvos e ambições, mas sei que me colocaste no mundo por um motivo, para um propósito, e estou a escolher, por minha vontade, cumprir o teu plano e não o meu. Sei que não vais revelá-lo de uma só vez para mim. Vou conhecê-lo aos poucos, mas estou disposto a dar um passo de cada vez, sabendo que teu plano é melhor do que o meu”.

Jesus não se importou de ser confundido com um servo. E você?


PARA PENSAR:
Humildade é resultado de saber quem você é.

VERSÍCULO PARA MEDITAR:
“... Sirvam uns aos outros com espírito humilde...” (1Pedro 5.5)

QUESTÃO A CONSIDERAR:
Como você sente quando é tratado como servo?



40 Dias de Comunidade, tema:
  "Juntos somos melhores" (Eclesiastes 4.9).
Tema da 5ª Semana:   "Somos chamados para servir juntos" (Gálatas 6.2).
Propósito 4:   Servir – Diaconia
Devocional  32, dia 08 de Fevereiro_12:  "Sendo humildes uns aos outros" (1Pedro 5.5).
Autor:  Rick Warren



Igreja Evangélica Comunhão Plena: SENDO GENEROSOS UNS COM OS OUTROS

Igreja Evangélica Comunhão Plena: SENDO GENEROSOS UNS COM OS OUTROS: Todos os crentes se reuniam constantemente e repartiam tudo uns com os outros. (Atos 2.44 BV) Você tem mais a compartilhar do que imagina...

SENDO GENEROSOS UNS COM OS OUTROS

Todos os crentes se reuniam constantemente e repartiam tudo uns com os outros. 
(Atos 2.44 BV)


Você tem mais a compartilhar do que imagina.

A igreja do primeiro século entendeu isso; sua vida em comunidade é descrita em (Atos 2.44 BV). Se qualquer pessoa da congregação tivesse uma necessidade, todos se mobilizavam juntos para supri-la. Alguns crentes foram dirigidos pelo Espírito Santo para vender suas propriedades e dar o dinheiro aos que necessitavam. (Atos 4.34-35).

Isso não é comunismo; é comunidade. Significa admitir que conservar mais do que poderíamos necessitar, é “agir errado” (2Reis 7.8-9), e que devemos “administrar fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas” (1Pedro 4.10). Tudo o que temos é uma “dádiva perfeita” (Tiago 1.17) e vem do nosso Pai celestial, que derrama sobre nós todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais porque pertencemos a Cristo (Efésios 1.3). Doamos generosamente porque Deus nos dá generosamente.

Talvez você não tenha muito dinheiro para doar, mas pode dar seu tempo e talentos; isso representa grande parte da generosidade. Mas você pode ser generoso com a fartura de seus bens. Por exemplo:

  • Roupas de bebê guardadas no armário.
  • Um computador usado.
  • Ingresso extra para um evento esportivo.
  • Milhas de vôo acumuladas.
  • Dois presentes iguais recebidos no casamento.


Imagine quanta coisa você poderia fazer ao abençoar os outros, se simplesmente fizesse um faxina em seus armários e passasse adiante sua fartura – dar aos outros aquilo que você não usa, porque eles irão usar. Quando você passa adiante esses itens, está a servir de modelo ao amor incondicional, que doa aos outros liberalmente, sem cobranças. Mas há um ponto importante: você não tem que doar algo para exercer ou compartilhar! Você pode ser rico, no sentido de possuir muitas coisas que pode emprestar aos outros. Qualquer pessoa pode dispor de coisas para compartilhar, até mesmo:

  • Uma garagem lotada com ferramentas;
  • Uma casa de férias que está vazia;
  • O carro que não está a ser utilizado no momento;
  • Um móvel encostado no canto da casa;
  • Pratos que estão no fundo do armário, que não usamos.

Quando não dividimos, impedimos a comunidade de crentes de experimentar a benção completa de Deus, e estamos a ser maus mordomos de tudo o que Deus têm nos dado. Isso quer dizer que algumas dádivas de Deus não têm sido usadas em toda a extensão possível. E, principalmente, estamos a roubar de nós mesmos à alegria de viver de maneira generosa entre nossos irmãos e irmãs.

Há uma outra razão pela qual precisamos aprender a ser generosos uns com os outros: isso edifica nossa fé para sermos generosos com o mundo. Cerca de três bilhões de pessoas, quase a metade do mundo, vivem com menos de US$ 2 por dia. Seu Pequeno Grupo poderia reformular a vida de uma vila inteira em um país do Terceiro Mundo, se vivesse de forma generosa. Se economizarmos em coisas como lanches e roupas, com um propósito específico, podemos levantar o suficiente para o sustento de uma vila em um país do Terceiro Mundo por um mês!

Aqui estão algumas características que devemos desenvolver na medida em que aprendemos a ser generosos:

  • Lembrar que tudo pertence a Deus. Nossa colheita vem de Deus, de quem vem inclusive a semente para crescer na lavoura: “Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça” (2Coríntios 9.10).
  •  Dar com um coração agradecido. Deus não quer seus bens; ele quer seu coração (Mateus 6.21). O que o motiva a contribuir? Paulo escreveu: “Deus ama ao que dá com alegria” (2Coríntios 9.7).
  •  Nunca contribuir sob pressão. Deus quer que você “decida consigo mesmo quanto você vai dar”. Isso vai protegê-lo de histórias tristes e manipulação 2Coríntios 9.7. Se você se sente pressionado a contribuir, não o faça. Deus quer que você reflita cuidadosamente sobre sua generosidade, e depois contribua voluntariamente. Seja sensível aos membros de seu Pequeno Grupo para que decidam o que fazer com o que Deus lhes deu para repartirem.

 Você realmente tem mais do que imagina para repartir. A Bíblia promete: “O generoso prospera e quem dá alívio aos outros, alívio receberá” (Provérbios 11.25). Aprenda a viver generosamente. Você vai ser enriquecido no final.


PARA PENSAR:
Você tem mais a compartilhar do que imagina.

VERSÍCULO PARA MEDITAR:
“Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus, ama quem dá com alegria”. (2Coríntios 9.7)

QUESTÃO A CONSIDERAR:
O quanto você se prende a seus bens materiais?
Você os possui ou eles possuem você?



40 Dias de Comunidade, tema:  "Juntos somos melhores" (Eclesiastes 4.9).
Tema da 5ª Semana:  "Somos chamados para servir juntos" (Gálatas 6.2).
Propósito 4:  Servir – Diaconia
Devocional  31, dia 07 de Fevereiro_12:  "Sendo generosos uns aos outros" (Atos 2.44).
Autor:  Rick Warren




CRISTÃOS USAM PALAVRAS DE BAIXO NÍVEL NA INTERNET

O pastor Augustus Nicodemus Lopes criticou cristãos que usam palavrões na internet: “O cristianismo brasileiro é superficial”
Em seu blog o pastor presbiteriano, reverendo Augustus Nicodemus Lopes, publicou um texto criticando os cristãos que publicam fotos “meio-eróticas” nas redes sociais e que fazem uso de palavrões para se comunicar na internet.
Um dos fatos que levou o pastor a tecer os comentários foi ver que, entre os seus 3 mil contatos do Facebook, muitas pessoas que postam declarações de fé e amor a Jesus também transmitem conteúdo com palavras “chulas e palavrões do pior tipo”.
Lopes citou vários trechos bíblicos que condenam o uso de “palavras torpes”, e que mostram a importância da forma de falar para quem se diz cristão. Entre os textos citados destacamos 1ª Coríntios 15:33, que diz “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes”; e Efésios 4:29 que exorta: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”.
“As interpretações destes versículos podem variar entre si, mas resta pouca dúvida de que o conjunto deles traz uma mensagem uniforme: o filho de Deus é diferente do mundo, no que pensa e no que fala. A pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrange não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras”, afirmou o pastor.
Lembrando de que a definição de palavrão pode ser vaga, e até mesmo mudar de acordo coma região do país, o pastor afirmou que “mesmo considerando tudo isto, ainda há muitos cristãos que usam palavrões no sentido geral e normal.” E completou: “É só ler blogs, comentários em blogs, murais e comentários no Facebook, tuítes da parte de gente que se diz crente.”
“Acho que a vulgarização do vocabulário dos evangélicos é simplesmente o reflexo do que já temos dito aqui muitas outras vezes: o cristianismo brasileiro é superficial, tem muita gente que se diz evangélica, mas que nunca realmente experimentou o novo nascimento”, afirmou o reverendo, que finalizou seu texto citando o corinho:
“O sabão, lava meu rostinho
Lava meu pezinho, lava minha mão.
Mas, Jesus, prá me deixar limpinho,
Quer lavar meu coração”.
Fonte: Gospel+